{"id":126,"date":"2022-09-22T17:40:32","date_gmt":"2022-09-22T17:40:32","guid":{"rendered":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/?p=126"},"modified":"2022-09-22T17:40:32","modified_gmt":"2022-09-22T17:40:32","slug":"consumo-cai-e-comerciantes-precisam-se-reinventar-para-sobreviver%ef%bf%bc","status":"publish","type":"post","link":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/?p=126","title":{"rendered":"Consumo cai, e comerciantes precisam se reinventar para sobreviver\ufffc"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Com\u00e9rcio foi um dos setores mais afetados pela pandemia, e, com aumento da infla\u00e7\u00e3o, vendedores procuraram solu\u00e7\u00f5es para manter os neg\u00f3cios<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 segredo para ningu\u00e9m que o com\u00e9rcio foi um dos setores mais afetados pela pandemia de Covid-19. Segundo o IBGE, em 2020, no auge da crise sanit\u00e1ria mundial, o neg\u00f3cio foi o mais prejudicado por conta da emerg\u00eancia de sa\u00fade. Muitos comerciantes, especialmente aqueles donos de estabelecimentos considerados n\u00e3o-essenciais, precisaram fechar as portas e demitir funcion\u00e1rios em fun\u00e7\u00e3o das medidas de restri\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Uma pesquisa elaborada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC) revelou que 75 mil estabelecimentos comerciais com v\u00ednculos empregat\u00edcios deixaram de operar no Brasil, em 2020. Somente em Belo Horizonte, aproximadamente 7.200 lojas da capital fecharam as portas na pandemia, segundo o Sindicato do Com\u00e9rcio Lojista de Belo Horizonte e regi\u00e3o (Sindlojas-BH).<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s o per\u00edodo mais cr\u00edtico da pandemia e com o avan\u00e7o da vacina\u00e7\u00e3o contra a doen\u00e7a, as restri\u00e7\u00f5es se afrouxaram, e os comerciantes puderam retornar com suas atividades. Entretanto, em 2022, mais um baque: com aumento da infla\u00e7\u00e3o, o consumo dos brasileiros caiu consideravelmente. De acordo com a Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), 90% dos brasileiros precisaram modificar seus h\u00e1bitos de consumo em fun\u00e7\u00e3o da infla\u00e7\u00e3o no Brasil.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A comerciante do Bet\u00e2nia Andrea Colen de Oliveira, de 56 anos, viu esses n\u00fameros refletirem em seus neg\u00f3cios. Ela, que tem uma loja de latic\u00ednios na pra\u00e7a da Amizade, conta que precisou deixar de vender diversos produtos em fun\u00e7\u00e3o da queda do consumo. \u201cEu vendia muitos produtos da ro\u00e7a que buscava no interior, mas tive que tir\u00e1-los. Agora, vendo mais mercadorias que compro por aqui\u201d, pondera.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Reinven\u00e7\u00e3o foi fundamental para sobreviv\u00eancia<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Diante de tantas dificuldades, para n\u00e3o fechar as portas de vez, o jeito foi se reinventar. Andrea conta que, logo no come\u00e7o da pandemia, aderiu ao aplicativo Facily &#8211; plataforma de compras em grupo. \u201cA loja se tornou um ponto de retirada: as pessoas compram pelo aplicativo e v\u00eam buscar suas mercadorias aqui\u201d, revela.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi durante a pandemia tamb\u00e9m que a costureira e artes\u00e3 Vilma Martins, de 48 anos, precisou rever seus neg\u00f3cios para que n\u00e3o sucumbisse \u00e0s restri\u00e7\u00f5es impostas pela crise sanit\u00e1ria. \u201cNa pandemia, sa\u00ed da zona de conforto. Eu migrei para este bairro para recome\u00e7ar\u201d, comenta.<\/p>\n\n\n\n<p>Ela conta que diversificou seus servi\u00e7os para tentar atingir outros p\u00fablicos. \u201cEu trabalhava somente com servi\u00e7os de costura e de artesanato. Mas, ent\u00e3o tive a ideia de vender m\u00f3veis usados. A ideia era n\u00e3o ficar apenas com uma renda, e isso foi muito importante, pois consegui me manter\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com\u00e9rcio foi um dos setores mais afetados pela pandemia, e, com aumento da infla\u00e7\u00e3o, vendedores procuraram solu\u00e7\u00f5es para manter os&hellip; <\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":127,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[1],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/126"}],"collection":[{"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=126"}],"version-history":[{"count":1,"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/126\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":128,"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/126\/revisions\/128"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/127"}],"wp:attachment":[{"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=126"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=126"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"http:\/\/jornaldacomunidadebairros.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=126"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}